É uma das actuais coqueluches da cena britânica. A prová-lo está o êxito de Lungs, o disco de estreia lançado em meados de 2009, que atingiu o topo das tabelas de vendas. Actua na terça-feira na Aula Magna.
Num dia tudo muda. E pode ser Num Dia Igual aos Outros, título da peça que se estreia esta quinta-feira no Teatro Nacional D. Maria II e que marca o regresso do realizador Marco Martins ao teatro.
João Figueiredo adoptou como sistema criativo a subversão de quadros de autoria alheia como este “Auto-retrato com amigo”, de Rafael Sanzio (1483-1520), que faz parte da sua exposição na Galeria Câmara dos Azuis.
Sempre quis ser dono de um pedaço de terra, não no sentido de latifundiário, mas na vertente de enfiar as mãos na terra e plantar couves e batatas para consumo próprio? Então vai adorar este workshop da Ponto de Fuga…
Os Spandau Ballet não são inflamáveis? Podem ser, já que são humanos e, tal como aprendemos, a combustão espontânea existe. Mas as suas canções, como os cartazes, não se desvanecem. Pavilhão Atlântico. Domingo.
Lembram-se do Domus Alcântara? Durou apenas alguns meses. Mas, o armazém de Alcântara, que durante meses o acolheu, reabriu quinta-feira, com outro nome (Espaço 2010), novos programadores e até um conceito diferente.
Quando saímos para a rua à procura de sex shops LGBT já sabíamos qual seria a conclusão: não há nenhuma em Lisboa. As que visitámos dirigem-se a todos os públicos e têm alguma oferta, mas pouca para gays e lésbicas.
Declaração dos próprios autores: Shoot the Freak é um espectáculo defeituoso. É “uma narrativa surda”, “um musical mudo”, “um bailado coxo”, “um tableau vivant maneta”. É um espectáculo em que os criadores querem que tudo falhe.
Eles tratam o violino por tu e ainda são menores de idade. Os Violinhos são uma orquestra de gente miúda (têm entre os 3 e os 17 anos) formada por 40 violinistas da Academia de Música de Lisboa.
Afinal o pós-rock não morreu. Mudou apenas de nome – agora chama-se pós-metal – e ganhou um temperamento mais agitado. De resto, mantém o gosto pelas texturas, pelo “progressivo”. MusicBox Lisboa. Domingo.
A literatura de Héctor Abad Faciolince tem raízes profundas no universo feminino. Catarina Homem Marques apanhou o escritor em Lisboa e viu que ele sabe do que está a falar: cresceu rodeado por cinco irmãs.
Elementos essenciais à sobrevivência. É esta a ideia que Alexandra Mesquita explora ao recolher estes “Artigos Procurados”, a exposição que mostra os seus mais recentes sonhos e pensamentos.
A próxima sessão do Cinalfama, uma espécie de cineclube que junta amantes do cinema num clube recreativo do bairro de Alfama, introduz um conceito novo e muito curioso: o “sweded movies”.
Primeiro Alice acha que nunca esteve ali, que está a viver um sonho e basta beliscar-se para acordar. É a fase da incredulidade e da rejeição. A seguir, começa a ter uma estranha sensação...